segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Dica de site - Discosdobrasil




Discos do Brasil é um site no ar desde 2003 criado pela jornalista e musicóloga Maria Luiza Kfouri. O site disponibiliza sua discoteca particular com cerca de 5000 títulos de música brasileira e muita informação.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Winamp Full 5.541


Desde seu lançamento, o Winamp foi sinônimo de MP3. Com o passar dos anos as suas funções foram crescendo de tal forma que hoje em dia é possível confundi-lo com um grande centro multimídia.

É possível assistir a vídeos codificados em WMV, NSV, gravar CDs, ver transmissões em tempo real (streaming) e claro, escutar arquivos em OGG, MP3 e etc. Mostrando as informações como autor, título, tempo, bitrate e etc durante sua execução.

A grande novidade nessa versão é Winamp Remote. O recurso permite que o usuário acesse seu acervo pessoal a partir de qualquer lugar. Para utilizar o serviço o usuário deve fazer um novo cadastro (caso já possua um) no site Oficial e baixar o plugin disponível aqui no Superdownloads.

Versão completa.

Roda em Windows 95, 98, NT, 2000, Millenium, XP, 2003, Vista

Comentários do Winamp Full

PinguimGigante: Caraca
Usei pouco ele mas é legalzinho. Tem uma interface bonita e personalizavel. Ae qual o problema do Foox, parece que o cara tem raiva do software, saca só o comentário! Hahaha!!! 29/08/2008

8
sekai: Muito bom
Alem de ter a opção de ver videos e muitas skins no site oficial, em sites de games tem plugins que só rodam no Winamp que faz com que o player leia arquivos de musicas dos jogos, como Gym, pcx, psf, ai fica sim um player completo ;) 05/04/2008

10
Fred222: Otimo programa mas...
Mas o problema e que eu gosto de ouvir radios tipo "89fm,metropolitana fm" e so roda com WMA e a maioria tbm.Tirando issi ele è otimo roda varios formatos,entao nota 8.5 20/01/2008

8
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Este software é um Freeware (gratis) que, por definição, não perderá suas funcionalidades.

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"Alphaville" de Jean-Luc Godard


Certa vez, o renomado cineasta Werner Herzog disse: “Filmes como os de Godard são moeda intelectual falsificada quando comparados a um bom kung fu de Hong Kong”. Em parte tal afirmação é verídica, a carreira de Godard entrou em total declínio a partir da década de 70. No entanto, Godard, nos anos 60, realizou obras-primas sucessivas a obras-primas, tornando-se talvez o maior expoente dessa década.

Alphaville é um filme de 1965, isto é, situado no meio do auge da carreira do diretor. Uma das principais qualidades da obra foi seu pioneirismo em misturar "Sci-Fi" mais "Noir", tornando-o uma ficção surreal e altamente poética. Nele, um jornalista interpretado por Akim Tamiroff deve realizar uma matéria. No decorrer da película, esse mostra sua verdadeira cara e, de jornalista, passa para justiceiro, agora com a missão de encontrar o colega de profissão Henry Dickson e investigar o desaparecimento de outros cinco agentes. Tudo se passa em uma cidade pertencente a outra galáxia, com o nome de Alphaville. Nela toda a sociedade é comandada por uma tirano supercomputador denominado Alpha 60. Tal máquina comanda uma “sociedade técnica, como a dos cupins e formigas”, governando de forma cruel e arbitrária, deixando seus habitantes como legítimos zumbis, completamente alienados e sem sentimentos.

Godard se cercou de elementos literários encontrados em "Admirável Mundo Novo", de Aldous Huxley e principalmente do livro "1984", de George Orwell. Um futuro autoritário com restrição vocabular e um super-olho onipresente. A bíblia de Alphaville é um dicionário e esse passa por constantes alterações, com objetivo de oprimir a população e mantê-la ignorante. Para o supercomputador, pessoas normais não têm lugar nessa cidade e não merecem viver, para isso, há duas alternativas: o suicídio ou a recuperação em um “hospital”.

O protagonista pertence aos chamados “países exteriores”, aparentemente sociedades opostas a Alphaville. Ele deve convencer o professor Von Braun a retornar à sua terra natal, e caso ele rejeite deverá ser assassinado. Para essa missão, Natasha (Anna Karina), a filha do pesquisador, contribuirá com o justiceiro. Outra grande qualidade que vale salientar são os belíssimos diálogos e a sociedade ignorante montada pelo cineasta. Filme imprevisível e denso, com caráter sublime e futurista.

O Alpha 60 lembra muito HAL 9000 de "2001: Uma Odisséia no Espaço", ambos com uma inteligência fora do comum e uma ambição sem fim. Akim Tamiroff interpreta um dos personagens mais frios do cinema, juntamente a uma climatização noir lotada de características noturnas e sombrias. Toda essa ambientação extremamente ousada de Godard rendeu o Urso de Ouro de Melhor Filme do Festival de Berlim. Anna Karina em um de seus melhores personagens com seu marido, o próprio diretor do filme, à época. Trilha sonora oscilante e com alto teor romântico, um dos grandes clássicos da década de 60 e um dos melhores Godard já feitos.


Fonte: Site www.cineplayers.com

Indicadores sociais da população negra têm melhoras, mas condições de vida seguem inferiores às dos brancos

Silvana Salles
Do UOL Notícias
Em São Paulo


Os índices de escolaridade, renda e pobreza da população negra registraram melhoras entre 1996 e 2006, mas as condições de vida continuam inferiores às dos brancos no Brasil. A avaliação é de estudo sobre desigualdade racial e de gêneros divulgado nesta terça-feira (9) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

O estudo do Ipea tomou como base dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio (Pnad) lançadas pelo IBGE entre os anos de 1993 e 2006. A designação "branco" ou "negro" foi estabelecida segundo autodeclaração dos pesquisados.



Segundo dados do estudo, em 1996, 82,3% dos negros estavam matriculados em etapas do ensino fundamental adequadas à sua idade e apenas 13,4% no ensino médio. Em 2006, essa porcentagem subiu para 94,2% no ensino fundamental e 37,4% no médio. A proporção de negros e negras que estudavam no ensino médio, entretanto, ainda é muito menor que a de brancos - que chegou a 58,4% em 2006.

A renda média do trabalhador negro também cresceu, embora o aumento não seja muito expressivo: o rendimento médio de 2006 foi R$ 19 mais alto que em 1996, ou 3,93%. A queda da diferença entre os dois grupos se deu devido a diminuição dos rendimentos dos homens brancos, que passaram de R$ 1.044,20 a R$ 986,50. Os demais grupos estudados (mulheres brancas e negras e homens negros) tiveram aumentos.

Mesmo com essa alta, a discrepância é grande. Os brancos ainda vivem com quase o dobro da renda mensal per capita dos negros - pouco mais de um salário mínimo a mais.

Outras constatações do estudo mostram que a população negra é menos protegida pela Previdência Social do que os brancos - especialmente no caso da mulher negra - e começa a trabalhar mais cedo para se aposentar mais tarde.



"A renda dos negros é extremamente baixa comparada à dos brancos, e está muito próxima ao valor do salário mínimo", diz o professor Claudio Dedecca, do departamento de Economia da Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), em São Paulo.

Dedecca explica que a oscilação da renda de negros e brancos teve sinais diferentes entre 1996 e 2006 porque os acréscimos ou decréscimos nos pagamentos têm diferentes origens. "O comportamento da renda dos brancos é definido por negociação coletiva ou fluxos do mercado de trabalho. Então, nesses últimos 13, 14 anos, acompanhou a queda na renda média da população. Já a dos negros está associada à evolução da política do salário mínimo."

Além do crescimento dependente das políticas públicas, a evolução da renda entre negros e queda entre os brancos não se refletiu na erradicação da pobreza. Se em 1996 46,7% dos negros eram pobres, o percentual desceu em 2006 para 33,2. Na prática, cerca de 2 milhões de pessoas deixaram a pobreza num período em que a população ganhou mais de 32 milhões de brasileiros. Entre os brancos, o número absoluto de pessoas que deixaram a pobreza foi de cerca de 5 milhões, mesmo a queda em pontos percentuais tendo sido menor - de 21,5% para 14,5%.

Especialistas dedicados à questão da desigualdade racial concordam entre si com a raiz histórica deste vácuo econômico entre brancos e negros. Educação básica deficiente e pouco universalizada, a herança histórica deixada por séculos de escravismo e uma tradição de ocupar empregos de pouco prestígio social estão entre as causas da diferença.



Para o sociólogo Rogério Baptistini Mendes, professor da Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo (Fesp-SP), o fim da escravidão sem a criação de um mercado de trabalho que absorvesse a mão-de-obra negra e herança de concentração fundiária na mão de ricos produtores agrícolas privaram a população negra de acesso a "mecanismos democráticos de ascensão social, econômica e cultural".

"A sociedade brasileira foi constituída em três séculos de colonização e quatro de escravidão. Isso gerou uma estrutura de segregação absoluta que foi sendo superada ao longo do século 20, mas não na velocidade necessária para democratizá-la", explica Baptistini. "Não temos mecanismos para distribuir a renda. É como se no século 21, ainda vivêssemos em uma sociedade escravocrata."

O economista Vinícius Garcia, mestre em Economia Social e do Trabalho pela Unicamp, aponta a geografia como outro importante fator para explicar a concentração da pobreza entre os negros. "No nosso estudo, vimos que a população negra está super-representada nas áreas menos desenvolvidas do país, como no Norte e no Nordeste. E é menos concentrada em regiões como o Sudeste, que tem uma estrutura econômica mais dinâmica", pondera ele.

Diretora de Proteção ao Patrimônio Afro-brasileiro da Fundação Palmares, Bernardete Lopes defende que o estudo do Ipea é importante para provar à sociedade que os preconceitos raciais não foram superados no Brasil. "Acho que essa pesquisa vai fazer algumas pessoas entenderem quando dizemos que o país precisa de ação afirmativa e precisa de cotas, porque mostra que não vivemos numa democracia racial, e que a discriminação não era pela pobreza, mas sim pela raça e pela cor", afirma.

"É muito doído perceber que, embora o movimento negro tenha conseguido grandes vitórias e o Estado brasileiro hoje esteja preocupado em diminuir as diferenças, elas continuam sendo sempre o dobro", completa Bernardete, referindo-se a distância de quase 50% entre os salários de pessoas que nasceram com cores de pele diferentes.

"De república, a gente só tem o nome"

As melhorias no acesso à educação formal também não foram capazes de acabar com a desvantagem dos negros em relação aos brancos na escolaridade. Enquanto 58,4% dos brancos estavam em 2006 matriculados no ensino médio com idade adequada para o curso, apenas 37,4% dos negros estavam no mesmo patamar, revelam os dados do Ipea.



Rogério Baptistini também vê nestes números um fundo histórico. "A República nunca criou um sistema universal de igualdade pela educação; nossa educação nunca foi republicana. A abertura da universidade para a qualificação dos mais pobres, na sua maioria negros e miscigenados, é muito recente", diz o sociólogo.

"Políticas adotadas gradativamente, como as cotas para alunos de escolas públicas e negros, estão tentando corrigir esse desvio histórico na sociedade brasileira, mas ainda não passam da superfície", explica Baptistini. "De república, a gente só tem o nome."

Bernardete Lopes acredita que a melhoria deste quadro deve passar necessariamente pela educação básica. "Acho que é preciso melhorar a qualidade do ensino público nas primeiras séries, e continuar com incentivos para que as crianças fiquem na escola e não precisem parar de estudar para ajudar a família a se manter", diz. Para a dirigente da Fundação Palmares, isto é parte do caminho para a emancipação econômica da população negra.

Mas, para garantir a eficiência do modelo, as crianças devem gostar de ir à escola. "Uma vez li um estudo de uma socióloga da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro) que dizia que um dos motivos por que as crianças negras não gostavam da escola por receberem os apelidos mais cruéis entre os colegas", conta Bernardete.


Fonte: Site www.uol.com.br de 09.09.2008

sábado, 6 de setembro de 2008

"Para Ver As Meninas" de Paulinho da Viola com Marisa Monte



Pra quem prefere assistir uma Marisa Monte cantando "mais quadrado" (mais para o início da carreira) a mesma música, mas acompanhada por Paulinho da Viola e Raphael Rabello, segue abaixo.

domingo, 31 de agosto de 2008

K-Lite Mega Codec Pack 4.1.7



K-Lite Mega Codec Pack é um pacote essencial para aqueles que querem assistir arquivos de vídeo no computador. Uma MEGA coleção de CODECs e ferramentas para resolver todos seus problemas de compatibilidade na visualização de vídeos.

Traz as versões mais recentes do K-Lite Codec Pack Full, QuickTime Alternative, Real Alternative e BSplayer, além de uma coleção cada vez maior de ferramentas desenvolvidas especialmente para visualização e manipulação de vídeo. Altamente recomendado.

Novidades da versão:

  • Atualiza o Media Player Classic para a versão 6.4.9.1
  • Corrige as recentes vulnerabilidades do Media Player Classic
  • Atualiza ffdshow para a revisão 1475
  • Atualiza o CODEC Tweak Tool.

Roda em Windows 95, 98, NT, 2000, Millenium, XP, 2003, Vista

Comentários do K-Lite Mega Codec Pack

Gabriel_1234:
Estava com problemas com o 'Movie Maker' do Vista. Já tinha uma versão anterior do Mega Codecs Lite, mas essa nova resolveu todos os problemas! Recomendo a todos! 30/06/2008

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junior002: Muito Bom
Resolveu todos os meus problemas,o melhor!! Recomendo!!! 05/06/2008

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getulioribpreto: Realmente exelente.....
olha só, no meu caso foi exelente resoveu meus problemas aconselho a todos usarem ele. 27/03/2008

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Mozilla Firefox 3.0.1



Mozilla Firefox 3 é última versão do famosos navegador da empresa Mozilla, que, em 2008, comemorou os seus 10 anos de existência.

Depois de anos de trabalho e aperfeiçoamento, a empresa promete correções, melhoras na navegação e mais compatibilidade com as páginas atuais.

Novidades da versão:

  • Nova aba para gerenciamento de novos add-ons;
  • Evolução nos recursos para CSS (principalmente às imagens coloridas);
  • O zoom das páginas agora conta com magnificador de textos e tela cheia;
  • O histórico ganhou uma barra de busca para pesquisar nas páginas visitadas com mais rapidez;
  • Proteção contra malware;
  • Suporte a programação de aplicativos offline;
  • Gerenciador de senhas mais incrementado;
  • Velocidade de navegação superior às versões antigas;
  • Proteção contra phishing;
  • Gerenciador inteligente de plugins;
  • Barra de endereços com memória de endereços digitados;
  • Animação mais moderna e elegante na transição de abas;
  • Controle de pais, que filtra o conteúdo impróprio.

Aproveite o máximo deste navegador, navegue com segurança e privacidade.

Continua com suporte aos add-ons e plugins contidos no site da Mozilla.

Informações adicionais:

  • Ao clicar em "Faça o Download" você poderá escolher entre a versão 3.0 em Português e Inglês;
  • Como esta é uma versão muito esperada, que gerou muita expectativa, o servidor poder estar congestionado na hora de fazer o download, não desista, clique no botão de download novamente.

Roda em Windows 2000, XP, 2003, Vista

Disponível também para outros sistemas operacionais

Comentários do Mozilla Firefox

bramarcelo: muito bom
Um navegador diferente e com comandos fáceis e úteis. Cada navegador tem seu diferencial. O Mozilla parece não imitar e sim ser imitado, por isso considero o melhor nesse ramo. 08/08/2008

9
Horenseb:
O Firefox já de faz tempo é imbativel,olha que já rodei muitos outros navegadores,ate agora não encontrei nenhum nem ao menos semelhante.Dificilmente trava,e se sai bem em todas,alguns pequenos bugs,serão corrigidos na certa 03/08/2008

9
ProgrammerNet: Muito bom
O programa está mais compativel com os sites e os sites já estão ficando mais compativeis com o novo Firefox. A maioria das extensões estão compativeis com a nova versão isso deixa o Firefox mais completo, a velocidade está muito melhor e mais seguro para navegar. Gostei da nova aparência do Firefox, navegador rápido até para abrir. Só precisa melhorar quando fechar o navegador para salvar as abas, de vez enquando não funciona. Nota 10000000 03/08/2008

10

Licença/compra do Mozilla Firefox

Este software é um Opensource (formato código-aberto geralmente gratis) que, por definição, não perderá suas funcionalidades.

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