segunda-feira, 30 de maio de 2011
Catálogo reúne 450 filmes desde ditadura até democracia argentina
Entre outras "pérolas", o catálogo inclui um filme de propaganda só divulgado em quartéis enquanto paramilitares matavam e sequestravam ativistas políticos, disse à Agência Efe a pesquisadora Marcela Visconti, da ONG Memória Aberta, que coordenou a recopilação com seu colega Esteban Garelli.
Também se destaca um filme sueco que arranhou a imagem do regime em um festival de cinema em 1979, um ano após a Argentina sagrar-se campeã da Copa do Mundo em casa durante um período em que milhares de pessoas tinham desaparecido ou estavam em prisões clandestinas submetidas a torturas, apontou.
Sob a lógica da estreita censura e repressão política, a ditadura militar reduziu a cinematografia argentina a uma generalidade de temas banais, com elogios às forças de segurança e aos valores conservadores, comentou Marcela.
Toda a filmografia argentina de "denúncia" dos crimes da ditadura foi rodada no exílio, como é o caso de "Las AAA son las tres armas" (Perú, 1977), dirigida por Jorge Denti e que narra os vínculos do regime com o grupo de extrema-direita Aliança Anticomunista Argentina, a "Triplo A".
Os filmes estão catalogados por cronologia e ordem alfabética, assim como por cerca de 20 temas que vão desde "a favor do regime" até "filmes da transição democrática", passando pelas categorias "busca por verdade e justiça", "artistas, perseguição e censura" e "vitimados".
Marcela assinala que entre os filmes a favor do regime há vários cujos diretores se desconhecem por terem usado pseudônimos, enquanto outros tiveram coragem de desafiar a censura mediante referências "ocultas ou nem tanto".
Na pesquisa para criar o catálogo, foi "um grande achado" o filme "Estoy herido...ataque!" (1977), só divulgado nos quartéis, obra de "Federico Alegre", "cineasta" que dirigiu um grupo de atores desconhecidos para narrar um "heroico" combate com a guerrilha no norte da Argentina, indicou.
Como contrapartida, aparece o filme sueco "Murallas de la libertad" (Frihetens murar), de 1978, dirigido por Marianne Ahrne, que narra a vida de uma artista argentino no exílio e cuja existência era desconhecida no seu país de origem.
"Este filme foi projetado na abertura do 11º Festival Internacional de Cinema de Moscou, em 1979, e provocou um grande desgosto à delegação argentina, que o considerou ofensivo para o país e pressionou para que fosse retirado do festival. Nunca pôde ser visto na Argentina e agora faz parte do arquivo da Memória Ativa".
Entre os filmes com temas "tabu" que escaparam à censura, aparecem "Últimos días de la víctima", de 1980, sobre associações de um grupo parapolicial, e "Tiempo de revancha", de 1981, que narra um conflito sindical em uma mineradora multinacional, ambos dirigidos por Adolfo Aristarain e protagonizados por Federico Luppi.
Por meio de alegorias, com o filme "Los miedos" (1980), sobre uma epidemia que arrasa uma cidade, Alejandro Doria foi outro dos poucos cineastas argentinos que tentaram vencer a censura.
Com a restauração da democracia, no fim de 1983, houve o ressurgimento do cinema nacional, um dos mais pujantes da América Latina, e se multiplicaram os filmes sobre os crimes da ditadura e suas sequelas políticas e sociais, como relata "A história oficial", de Luis Puenzo, vencedora do Oscar de 1985.
O catálogo, que vai desde 1976 até este ano, será apresentado na próxima quinta-feira no Museu de Arte Latino-Americana de Buenos Aires pelas Mães da Praça de Maio, a Assembleia pelos Direitos Humanos e o Serviço de Justiça e Paz, organizações ligadas à Memória Ativa.
Fonte: EFE
Fonte: Portal Vermelho em 30.05.2011.
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
"When You're Strange - Um Filme Sobre The Doors"
Divulgação

The Doors: filme limita-se à história mais básica da banda, mas restaura para novas gerações a imagem de Jim Morrison
Durante a pré-estreia no Sundance Film Festival, parte da plateia revoltou-se contra o suposto Jim Morrison "impostor", tantas eram as imagens nunca antes vistas exibidas já nos primeiros minutos de "When You're Strange". Mas o Morrison aqui é de fato autêntico. As cenas que veremos vêm de um fã que conheceu o líder dos Doors ainda como colega/estudante da Ucla (Universidade de Cinema de Los Angeles) e o acompanhou em sua ascensão até meados de 1969. Há ainda generosos fragmentos de "HWY: An American Pastoral" (1969) e "Feast of Friends" (1970), filmes experimentais dirigidos por Paul Ferrara, amigo de Morrison, e nunca lançados (ou mesmo propriamente concluídos). Parte desse material hoje circula pela internet, mas com péssima qualidade, mais destinada à apreciação dos fãs ortodoxos.
"When You're Strange" mostra um Morrison barbado circulando em desérticas autoestradas; cenas de palco surpreendentemente mais caóticas que aquelas do famoso videoclipe de "Roadhouse Blues"; tumultuados bastidores das gravações do álbum "The Soft Parade" (1969). Por fim, um inesperado nu frontal do próprio cantor. É o ineditismo das imagens o que seduz os fãs mais experimentados. Pois, ademais, o documentário não fornece nenhum fato novo - bem, talvez a revelação de que o enigmático "Mr. Mojo Rising" da canção "L.A. Woman" é, na verdade, um anagrama em cima do nome do vocalista.
Robbie Krieger, Ray Manzarek e John Densmore (ou seja, os Doors remanescentes) nem sequer foram entrevistados, muito embora tenham participado da promoção do filme. O roteiro limita-se a recontar a história mais básica da banda, mais bem detalhada no documentário prévio "No One here Gets Out Alive", no livro "Daqui Ninguém Sai Vivo" e, até mesmo, na controversa cinebiografia de Oliver Stone, "The Doors - O Filme". Em compensação, o texto tem assinatura do premiado roteirista Tom Dicillo (do cult "Johnny Suede") - e cai muito bem na voz do narrador Johnny Depp, fã confesso dos Doors.Um êxito à parte: "When You're Strange" restaura para novas gerações a imagem de Jim Morrison, muito vulgarizada depois do longa de Stone. Salvo a primorosa reconstrução de época e, em parte, a personificação de Val Kilmer, esta "biopic" de 1991 retratava o cantor como uma figura pedante, incapaz de articular duas frases sem citar um poema.
Sensação em diversos festivais internacionais, "When You're Strange - Um Filme Sobre The Doors" concorre como favorito ao Grammy de melhor documentário musical.
Fonte: Jornal "Valor Econômico" de 07.01.2011.
segunda-feira, 7 de setembro de 2009
download Trainspotting Torrent

- (Trainspotting)
- ano de lançamento ( Inglaterra ) : 1996
- direção: Danny Boyle
- atores: Ewan McGregor , Ewen Bremner , Jonny Le Miller , Kevin McKidd , Robert Carlyle
- duração: 01 hs 36 min
sinopse
Download do Filme via Torrent
Download da legenda
Cães de Aluguel ( Reservoir Dogs, EUA, 1992)
Sinopse: Uma gangue de ladrões, fugindo de um assalto bem-sucedido, encontra-se em um armazém. O problema é que a polícia está atrás deles, e cada um começa então a desconfiar que possa haver um traidor no grupo. O filme tem uma montagem que mostra as cenas no armazém intercalando-se com flashbacks da preparação para o crime, até um final surpreendente. Roteiro inteligente, na ótima estréia de Quentin Tarantino na direção.Download Cães de Aluguel via Torrent
Download da legenda Legenda
quinta-feira, 30 de outubro de 2008
Uma Verdade Inconveniente (An Inconvenient Truth) 2006
Uma Verdade Inconveniente (An Inconvenient Truth) 2006
Download Torrent e Legenda
Obs CinemaDown: Esse documentário é perturbador
Al Gore é mais conhecido pelo fato de ter sido derrotado por George W. Bush, atual presidente dos Estados Unidos da América, na campanha eleitoral pela presidência do país em 2000. No entanto, os trabalhos de Gore não se resumem apenas a isso. Em "Uma Verdade Inconveniente", são mostrados os esforços do político, objetivando alertar a população mundial à respeito do super-aquecimento global. Para quem não sabe, possuímos somente uma década para evitar uma catástrofe que poderá acarretar uma alteração em todo o sistema climático da Terra. Este problema pode trazer uma destruição profunda, a qual envolverá secas, inundações, epidemias e até mesmo ondas de calor fatais. Graças a este filme, vemos o compromisso e o esforço de um homem (no caso, Al Gore) em explanar todos os mitos e erros oriundos do assunto aquecimento global, além de, também, trazer informações de como preveni-lo. Ao contrário do que possa parecer, Gore ainda consegue trazer uma apresentação divertida, objetiva e acessível ao falar da verdade surpreendente a qual ele chama de "emergência planetária". Há uma ligação de futuras previsões e curiosidades sobre o preocupante fato com a história pessoal do ex-vice-presidente dos Estados Unidos. No começo, vemos um universitário idealista que notou uma crise ambiental em curso, após, é mostrado um jovem senador enfrentando uma crise familiar, quando, finalmente, chega-se ao homem que praticamente tornou-se presidente da maior potência mundial atual e que se dedicou com todas as forças à causa apaixonada que podemos ver no filme. Neste longa, notamos que Gore não perde nunca a esperança de que ainda existe tempo para mudarmos as coisas.
Gênero: Documentário
Duração: 100 min
Origem: EUA
Estréia: 24 de Maio de 2006
Estúdio: Paramount Classics
Produção: Lawrence Bender
Site Oficial: http://www.climatecrisis.net
Link IMDB: http://www.imdb.com/title/tt0497116
trailer
Quantidade de Mídias: 1
Tamanho: 716 Mb
Idioma do Audio: Inglês
Qualidade do Vídeo: DVDRip
Vídeo Codec: XviD
Vídeo Bitrate: 853 kb/s
Audio Codec: MP3
Audio Bitrate: 145 kb/s
Resolução: 624 x 352 pixels
Formato de Tela: Widescreen (16x9)
Frame Rate: 23.976 fps
Download Torrent e Legenda
crédito: XandeAlves2000
Só peguei do Site e repassei para o nosso, Estou testando parece q tá bom o video só falta acbar o Download do Torrent
sábado, 27 de setembro de 2008
"A Batalha de Argel" de Gillo Pontecorvo

A luta do povo argelino por sua libertação do jugo do colonialismo francês, apresentada no filme de Gillo Pontecorvo, tem como fio condutor a história de integrantes da Frente de Libertação Nacional (FLN), Ali-la-Pointe e seus companheiros que resistem na Casbah, o maior bairro popular da capital Argel. O filme apresenta um período desta luta, marco histórico no processo de libertação de colônias européias na África. A ação se passa entre 1954 e 1957 e o diretor, que mistura ficção e fatos reais, trata com veracidade a resistência argelina e a violência do exército francês, obtendo como resultado um “quase” documentário, intenso, emocionante, que mantém o espectador em suspense do início ao final do filme.

O coronel Mathieu (inspirado no coronel Jacques Massu – o carrasco de Argel) utiliza e defende abertamente a tortura para desbaratar a resistência argelina e manter o país sob domínio dos franceses. A tese - o uso da tortura e da humilhação como principal forma de combate - foi defendida publicamente em 1961, pelo coronel francês Roger Trinquier em seu livro "La guerre moderne", que serviu de “referência” para a “assessoria” de militares americanos em golpes de estado em países da América Latina. Há dois anos, segundo noticiou o jornal The New York Times, o filme foi exibido no Pentágono a militares norte-americanos inconformados com a tenaz resistência do povo iraquiano.

Em 1954, humilhados pela derrota da batalha de Diên Biên Phu imposta pelos vietnamitas, militares franceses radicalizam a violência contra os argelinos com o intento de manter seu domínio de mais de cem anos sobre o país, iniciado em 1830. A França ganharia uma batalha, mas perderia a guerra.
O filme, um clássico (agora em cópia restaurada), traz ao final uma das mais belas e emocionantes cenas do cinema.

A Batalha de Argel ganhou o Leão de Ouro e o prêmio Fipresci (da Federação Internacional dos Críticos), no Festival de Veneza em 1966. O filme foi banido na França até 1971 e o primeiro cinema que o exibiu sofreu um atentado. Ficou proibido no Brasil no período de ditadura militar.

DVD
Título: A Batalha de Argel, Itália, 1965
Título original: La Battaglia di Algeri
Direção: Gillo Pontecorvo
Elenco: Brahim Haggiag, Yacef Saadi, Jean Martin, Tommaso Neri, Fawzia el Kader, Michele Kerbash, Mohamed Ben Kassen, Samia Kerbash
Ano de produção: 1966
Duração:121 min.
Cor: Preto e Branco
Extras
- Disco 1:
* Menu interativo
* Seleção de cenas
Disco 2:
* Gillo Pontecorvo, a ditadura da verdade [37 min, 1992]: um documentário dirigido por Oliver Curtis'
* Entrevistas extraídas do episódio Estados armados do documetário O inimigo íntimo, violência na Argélia [2002], de Patrik Rotman
* Entrevista de José Carlos Avellar com Saadi Yacef [2005]
* Filmografia do diretor
* Prêmios
* Galeria de fotos
A Batalha de Argel conquistou e conquista público em todo o mundo. Após assistir o filme, Marlon Brando afirmou em entrevista que só filmaria na Europa se fosse com Pontecorvo. Dessa “parceria” nasceu outro clássico, dirigido por Pontecorvo, Queimada (1969), estrelado por Brando e Evaristo Márquez, sobre a dominação colonial nas Caraíbas.

Gillo Pontecorvo
Nasceu em Pisa, Itália, em 1919. Ligado ao Partido Comunista, começou a trabalhar como jornalista nos anos 1930; foi correspondente em Paris de jornais italianos. Ao final da II Guerra, tornou-se assistente de Joris Ivens, Yves Allégret e Mario Monicelli. Nos anos 50, dirigiu documentários antes de estrear na ficção com Giovanna, episódio do filme Die Vind Rose, (1954) sobre uma operária da indústria têxtil. Dirigiu também A Grande Estrada Azul (1957), Kapò (1959), Queimada! (1969), Ogro (1980), O adeus a Enrico Berlinguer (1984), Firenze, il nostro domani (2003). Faleceu no dia 12 de outubro de 2006.
Fonte: Site CECAC - Centro Cultural Antônio Carlos Carvalho
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
"Estado de Sítio" (État de Siege) de Costa-Gavras - 1973

SINOPSE
A repressão organizada do imperialismo norte-americano
Filme de Costa-Gavras disseca o envolvimento norte-americano nas ditaduras latino-americanas
”Estado de Sítio” (1973), um dos melhores filmes políticos já realizados, sai finalmente em DVD.

O filme do diretor grego Costa-Gavras é um retrato minucioso da participação direta dos Estados Unidos nas ditaduras militares da América Latina nas décadas de 1960 e 1970. Através da história do seqüestro de um norte-americano e um brasileiro pelo grupo guerrilheiro uruguaio Tupamaro, o cineasta denuncia o papel repressivo do governo norte-americano nas ditaduras latino-americanas.
Em “Estado de Sítio” o grupo guerrilheiro Tupamaro seqüestra o embaixador do Brasil no Uruguai, Roberto Campos, e o funcionário da polícia norte-americana Philip Michael Santore. O grupo então exige que o governo solte os presos políticos em troca dos seqüestrados. O caso gera uma crise política internacional que coloca em evidência a participação criminosa do imperialismo norte-americano na estrutura repressiva dos regimes militares.
No filme, Philip Michael Santore é interrogado por um dos integrantes do Tupamaro, maneira pela qual o filme apresenta dados importantíssimos e ao mesmo tempo assustadores de como os Estados Unidos formou milhares de agentes de tortura nas polícias de vários países da América Latina. O Brasil aparece no filme com destaque entre os países “assessorados” pelos norte-americanos, foram mais de 100.000 policiais brasileiros especializados em técnicas de tortura em cidades como São Paulo e Belo Horizonte.

Os Estados Unidos mantinham uma escola de tortura para onde os governos dos países enviavam representantes para receber especialização em todos os ramos da repressão policial.
Neste filme, Costa-Gavras conseguiu construir, através de seu estilo vindo dos thillers policiais, um empolgante relato político com uma montagem que desenvolve a história através de flashbacks, como em seu filme mais famoso “Z” (1969) e faz com que a direção, atores, cenários e trilha sonora deixe o filme com uma destacada riqueza de detalhes.
O roteiro de “Estado de Sítio” é Gavras e de Franco Solinas baseado em fato verídico ocorrido no Uruguai, este também foi roteirista do diretor italiano Gilo Pontecorvo nos filmes “A Batalha de Argel” (1965) e “Queimada” (1969). Na história, o nome do grupo guerrilheiro Tupamaros e do embaixador do Brasil foram mantidos, alterando-se o restante para nomes fictícios.
O diretor Konstantinos Costa-Gavras pode ser considerado um dos grandes diretores de um gênero no cinema que teve e ainda tem poucos representantes, o cinema político. Muitos de seus filmes foram censurados no Brasil e a maioria nem teve lançamento no mercado de vídeo como é o caso de “Estado de Sítio”.
Este lançamento traz material extra pouco extenso, apenas com filmografia de Costa-Gavras e do ator principal Yves Montand e algumas notas biográficas, mas que valorizam ainda mais este importante lançamento em DVD.
DVD

Título: Estado de Sítio
Título Original: État de Siege
Direção: Konstantinos Costa-Gavras
Elenco: Yves Montand, Jacques Weber, Renato Salvatori, Jean-Luc Bideau, O.E. Hasse, Evangeline Peterson, Mario Montilles, Jacques Perrin, Maurice Teynac, Harald Wolff
Ano de produção: 1973
Duração: 119 min
Cor: Colorido
Gênero: Cinema Político
Idioma: Francês e Inglês
País de produção: França, Itália, Alemanha
Legendas: Português, Espanhol
Extras: Galeria de talentos com notas biográficas e filmografia de Costa-Gavras e Yves Montand
Distribuição: Editora Europa
Fonte: http://www.pco.org.br
terça-feira, 9 de setembro de 2008
Winamp Full 5.541

Desde seu lançamento, o Winamp foi sinônimo de MP3. Com o passar dos anos as suas funções foram crescendo de tal forma que hoje em dia é possível confundi-lo com um grande centro multimídia.
É possível assistir a vídeos codificados em WMV, NSV, gravar CDs, ver transmissões em tempo real (streaming) e claro, escutar arquivos em OGG, MP3 e etc. Mostrando as informações como autor, título, tempo, bitrate e etc durante sua execução.
A grande novidade nessa versão é Winamp Remote. O recurso permite que o usuário acesse seu acervo pessoal a partir de qualquer lugar. Para utilizar o serviço o usuário deve fazer um novo cadastro (caso já possua um) no site Oficial e baixar o plugin disponível aqui no Superdownloads.
Versão completa.
Roda em Windows 95, 98, NT, 2000, Millenium, XP, 2003, Vista
Comentários do Winamp Full
| PinguimGigante: Caraca Usei pouco ele mas é legalzinho. Tem uma interface bonita e personalizavel. Ae qual o problema do Foox, parece que o cara tem raiva do software, saca só o comentário! Hahaha!!! 29/08/2008 | 8 |
| sekai: Muito bom Alem de ter a opção de ver videos e muitas skins no site oficial, em sites de games tem plugins que só rodam no Winamp que faz com que o player leia arquivos de musicas dos jogos, como Gym, pcx, psf, ai fica sim um player completo ;) 05/04/2008 | 10 |
| Fred222: Otimo programa mas... Mas o problema e que eu gosto de ouvir radios tipo "89fm,metropolitana fm" e so roda com WMA e a maioria tbm.Tirando issi ele è otimo roda varios formatos,entao nota 8.5 20/01/2008 | 8 |
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Licença/compra do Winamp Full
Este software é um Freeware (gratis) que, por definição, não perderá suas funcionalidades.
Para fazer o download gratis do Winamp Full, clique no botão abaixo
Resumo: Download Winamp Full gratis. Baixar Winamp Full gratis. Escute suas MP3 em um dos players mais populares da Internet. Winamp Full, Winamp Full download
domingo, 31 de agosto de 2008
K-Lite Mega Codec Pack 4.1.7

K-Lite Mega Codec Pack é um pacote essencial para aqueles que querem assistir arquivos de vídeo no computador. Uma MEGA coleção de CODECs e ferramentas para resolver todos seus problemas de compatibilidade na visualização de vídeos.
Traz as versões mais recentes do K-Lite Codec Pack Full, QuickTime Alternative, Real Alternative e BSplayer, além de uma coleção cada vez maior de ferramentas desenvolvidas especialmente para visualização e manipulação de vídeo. Altamente recomendado.
Novidades da versão:
- Atualiza o Media Player Classic para a versão 6.4.9.1
- Corrige as recentes vulnerabilidades do Media Player Classic
- Atualiza ffdshow para a revisão 1475
- Atualiza o CODEC Tweak Tool.
Roda em Windows 95, 98, NT, 2000, Millenium, XP, 2003, Vista
Comentários do K-Lite Mega Codec Pack
| Gabriel_1234: Estava com problemas com o 'Movie Maker' do Vista. Já tinha uma versão anterior do Mega Codecs Lite, mas essa nova resolveu todos os problemas! Recomendo a todos! 30/06/2008 | 10 |
| junior002: Muito Bom Resolveu todos os meus problemas,o melhor!! Recomendo!!! 05/06/2008 | 10 |
| getulioribpreto: Realmente exelente..... olha só, no meu caso foi exelente resoveu meus problemas aconselho a todos usarem ele. 27/03/2008 | 10 |
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Licença/compra do K-Lite Mega Codec Pack
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sábado, 30 de agosto de 2008
Laranja Mecânica Download

A Clockwork Orange
Origem: Wikipédia, a enciclopédia
A Clockwork Orange (br/ pt: Laranja Mecânica), é um filme de 1971, dirigido por Stanley Kubrick. O filme é uma adaptação de um romance distópico de 1962 de Anthony Burgess. Malcolm McDowell interpreta Alex, o protagonista.
Laranja Mecânica tornou-se um clássico do cinema mundial e um dos filmes mais famosos e influentes de Kubrick. O orçamento total do filme foi de apenas 2,2 milhões de dólares.
Sinopse
Ambientado na Inglaterra de 1995, o filme mostra a vida de um jovem de 18 anos, chamado Alex DeLarge (Malcolm McDowell), cujos gostos variam de música clássica (Beethoven), estupro e ultraviolência. Ele é o líder de uma gang de arruaceiros, aos quais se refere como droogs (palavra originária do russo druk, amigo). Alex narra a maioria do film em "Nadsat", um "idioma" que mistura o russo, o inglês e o cockney (por exemplo, rozzer é polícia, drugo é amigo, chavalco é cara, moloko é leite). Alex é irreverente e abusa dos demais; mente para seus pais para faltar da escola.
Alex leva seus droogs a invadir uma casa, golpeiam um escritor que vive nela e estupram a sua esposa, enquanto Alex canta Singin' in the Rain. Depois, lida com uma tentativa de golpe de um seus droogs subordinados.
Depois de faltar às aulas, seduz a duas adolescentes em uma loja de discos; apesar de não reconhecer o nome de suas estrelas favoritas, este as leva para sua casa e tem relações sexuais com ambas.
Posteriormente, Alex é capturado durante um assalto, traído por seus droogs (um ao qual Alex tinha cortado a parte superior da mão direita por ter desrespeitado sua autoridade na gang). Alex é golpeado no rosto com uma garrafa de leite e fica cego na cena do crime. Depois de ser preso, descobre que a vítima do roubo morreu: Alex é um assassino. É sentenciado a quatorze anos de prisão.
Depois de ter cumprido dois anos de prisão, ele consegue a liberdade condicional, e se submete ao tratamento Ludovico, uma terapia experimental de aversão, desenvolvida pelo governo como estratégia para deter o crime na sociedade. O tratamento consiste em ser exposto a formas extremas de violência, como ver um filme muito violento. Alex é incapaz de parar de assistir, pois seus olhos estão presos por um par de ganchos. Também é drogado antes de ver os filmes, para que associe as ações violentas com a dor que estas lhe provocam.
Assim que o tratamento Ludovico o deixa incapaz de ser violento (nem sequer em defesa própria) e também incapaz de tocar uma mulher nua, mas, em um imprevisto efeito secundário, o tratamento faz com que ele fique incapaz de ouvir sua peça favorita de Beethoven, a Nona Sinfonia (fundo musical de um dos filmes).
Sem a capacidade de se defender, e de ter sido desalojado por seus pais (estes alugaram sua casa a um hóspede, entregado seu som e tesouros, e aparentemente mataram Basil, seu bicho de estimação), Alex desanimadamente perambula por Londres. Ele encontra a velhas vítimas e dois de seus antigos droogs (agora policiais) que lhe golpeiam e quase afogam.
Alex vaga pelos bosques até chegar à casa do escritor cuja esposa havia estuprado. O escritor o deixa entrar antes de descobrir sua identidade; logo, droga a Alex e tenta fazê-lo se suicidar tocando uma versão eletrônica da Nona Sinfonia de Beethoven. Alex se joga de uma janela, mas sobrevive.
Depois de uma grande recuperação no hospital, Alex parece ser o de antes. No hospital, o Ministro de Interior (que havia antes selecionado Alex pessoalmente para o tratamento Ludovico) visita Alex, desculpando-se pelos efeitos do tratamento, dizendo que só seguia as recomendações de sua equipe. O governo oferece a Alex um trabalho muito bem remunerado se ele aceitar apoiar a eleição do partido político conservador, cuja imagem pública se viu seriamente danificada pela tentativa de suicídio de Alex e o polêmico tratamento ao qual foi submetido. Antecipando seu regresso, Alex narra o final do filme: "Definitivamente, estava curado" enquanto se vê uma fantasia surreal dele mesmo transando com uma mulher na neve, rodeado por damas e cavaleiros vitorianos aplaudindo, e pode-se escutar o último movimento da Nona Sinfonia ao fundo.
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Dica: Zeitgeist, o Filme
As partes estão na sequência!!!
Querendo assistir on line com legendas em português:
http://video.google.com/videoplay?docid=-1437724226641382024
o filme está dividido em 4 partes:
abertura: 0:00-9:34
part 1: the greatest story ever told 9:35-35:53
part 2: all the world’s a stage 35:54-1:09:16
part 3: don’t mind the men behind the curtain 1:09:17-1:56:23
quinta-feira, 26 de junho de 2008
Download Meu Nome Não é Johnny Torrent

Sinopse
João Guilherme Estrella (Selton Mello) é um típico jovem da classe média. Inteligente e simpático, é adorado pelos pais e popular entre os amigos. Abusando do espírito aventureiro e boêmio, torna-se rei do tráfico de drogas da zona sul do Rio de Janeiro. Investigado pela polícia, é preso e seu nome chega às capas dos jornais. Baseado em história real.
* Informações Técnicas
Título no Brasil: Meu Nome Não é Johnny
Título Original: Meu Nome Não é Johnny
País de Origem: Brasil
Gênero: Drama
Classificação etária: 14 anos
Tempo de Duração: 107 minutos
Ano de Lançamento: 2008
Estréia no Brasil: 04/01/2008
Site Oficial: http://www.meunomenaoejohnnyfilme.com.br
Estúdio/Distrib.: Columbia Pictures
Direção: Mauro Lima
* Elenco
Selton Mello ... João Guilherme Estrella
Cléo Pires ... Sofia
Cássia Kiss ... Judge
André de Biase ... Alex
Ângelo Paes Leme ... Julinho
Rafaela Mandelli ... Laura
Gillray Coutinho ... Lawyer
Luis Miranda ... Alcides
Aramis Trindade ... Tainha
Kiko Mascarenhas ... Danilo
Flavio Bauraqui ... Charles
Orã Figueiredo ... Oswaldo
Hossein Minussi ... Wanderley
Ivan de Almeida ... Carcereiro
Flávio Pardal ... Boneco
Tamanho: 903 MB
Download Meu nome não e Johnny!
sexta-feira, 20 de junho de 2008
Sem a bênção do vovô

A sombra de Jorge Amado: "Minha única preocupação é ser fiel ao seu olhar humanista. Meu avô gostava e acreditava nas pessoas", afirma a diretora Cecília Amado - Niels Andreas/Folha Imagem
Por Elaine Guerini, para o Valor, de São Paulo
20/06/2008
Para não se chatear, Jorge Amado preferia não ver as versões cinematográficas de seus sucessos literários, como "Dona Flor e Seus Dois Maridos" (Bruno Barreto), "Jubiabá" (Nelson Pereira dos Santos) e "Tieta do Agreste" (Carlos Diegues), entre outros títulos baseados na obra do escritor, ainda hoje o mais popular no Brasil. "Quando o cineasta era seu amigo, aí que ele não assistia mesmo. No fundo, ele odiava as adaptações", conta Cecília Amado, neta do autor baiano que morreu em 2001, aos 88 anos. Saber que o avô dificilmente aprovaria a transposição de "Capitães de Areia" para as telas é o que, ironicamente, deixa Cecília à vontade para traduzir em imagens as páginas do romance publicado em 1937. "Minha única preocupação é ser fiel ao seu olhar humanista. Meu avô gostava e acreditava nas pessoas."
Aos 31 anos, Cecília estréia na cadeira de diretor nessa adaptação do livro que vendeu mais de 5 milhões de exemplares ao redor do mundo, com publicação em 16 línguas. Por "registrar a juventude num estado de liberdade bruto", o livro sobre meninos abandonados que aterrorizam Salvador - mas não passam de crianças sedentas de afeto - foi aquele que marcou a sua adolescência. "A história continua relevante nos dias de hoje. A violência não é tão explícita, partindo para o corpo-a-corpo, mas mascarada, gerada pela desigualdade social", afirma Cecília, que inicia as filmagens entre setembro e outubro na capital da Bahia.
Relançado em março pela Companhia das Letras, "Capitães de Areia" foi escrito quando Amado tinha 24 anos. "Por ser tão jovem na época, obviamente há uma certa ingenuidade no romance, o que o impede de ser traduzido ao pé da letra no cinema." Por essa razão, a diretora preferiu ambientar a trama nos anos 1950, quando a Bahia já estava mais desenvolvida - o que inevitavelmente agravou a questão da violência. O que não muda é o perfil dos personagens, como Pedro Bala, o líder dos arruaceiros, Volta Seca, que sonha se tornar cangaceiro, o malandro Gato, que acaba conquistando a prostituta Dalva, e Dora, considerada uma mãe pelos meninos. "Já o tratamento é contemporâneo e jovem. Há um frescor na linguagem, no visual e na música." A cineasta encarregou Carlinhos Brown da trilha sonora. "Queria uma leitura atual da baianidade."
Para dar autenticidade ao roteiro, que Cecília escreveu com Hilton Lacerda ("Árido Movie"), a diretora busca o elenco nas ONGs de Salvador. A princípio, 90 crianças e adolescentes foram escolhidos entre os meninos de rua que estudam teatro, artes, música e capoeira. E no processo final da seleção, em andamento, 12 serão escalados para os papéis principais e 15 formarão o elenco de apoio. "Fiz tudo de maneira artesanal, para que mesmo os técnicos estivessem envolvidos até a alma com os garotos. Isso precisa estar impregnado no filme", conta a cineasta, que ganhou experiência nos sets de "Batismo de Sangue" (2006), "Jogo Subterrâneo" (2005), "Onde Anda Você" (2004) e "Mauá - O Imperador e o Rei" (1999), como assistente de direção.
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Patrícia Pillar, Alice Braga e Lázaro Ramos estão na mira dos produtores para os principais papéis adultos do longa-metragem
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O primeiro filme em que trabalhou foi, coincidência ou não, "Tieta do Agreste", inspirado na obra de Amado, no qual Cecília começou como assistente de continuidade. "Na época, a reação do meu avô me surpreendeu", lembra-se. Por mais que toda a família esperasse vê-la enveredando pela literatura, o escritor ficou feliz quando soube de sua paixão pelo cinema. "Ele revelou que tinha pensado em ser cineasta também. Talvez por isso seus romances sejam tão cinematográficos, com tanta riqueza de detalhes na descrição visual dos cenários, dos personagens e das situações."
Por mais que sua intenção seja a de realizar um filme de arte, Cecília acredita no potencial comercial dessa versão de "Capitães de Areia", orçada em R$ 7 milhões. "Por ser o livro mais vendido de meu avô, a adaptação gera um interesse espontâneo. Tanto no Brasil quanto no exterior", diz. O elenco ainda não está confirmado, mas os papéis adultos devem cair nas mãos de atores conhecidos, o que promete atrair mais espectadores aos cinemas nacionais. "Convidamos Patrícia Pillar para interpretar Dora, Alice Braga para encarnar Dalva e Lázaro Ramos para viver o Querido-de-Deus", conta o produtor Bruno Stroppiana, da Sky Light Cinema. Ele lembra que o filme brasileiro de maior bilheteria de todos os tempos também foi baseado na obra de Amado: "Dona Flor e Seus Dois Maridos", que levou mais de 10,7 milhões pessoas aos cinemas.
Tudo isso só reforça a expectativa em torno de "Capitães de Areia", que promete ser uma co-produção com a França e com Portugal. "A produtora francesa Art-Melle e a portuguesa MGN estão interessadas no projeto." Stroppiana comenta ainda que a última adaptação de um livro de Amado, "Tieta do Agreste" (outra produção da Sky Light), gerou cerca de US$ 1 milhão em vendas internacionais. "Segundo pesquisas, o romance 'Capitães de Areia' ainda vende 5 mil exemplares por ano na França, o que é excelente para um título com mais de 70 anos."
Essa não será a primeira adaptação da história dos meninos que não conseguem preencher o vazio existencial por causa do abandono. Talvez a versão mais famosa no país seja a minissérie de TV, exibida pela Bandeirantes, com direção de Walter Lima Jr., em 1989. E a popularidade da obra também se estendeu aos palcos, aos quadrinhos e mesmo ao cinema. Foram várias montagens teatrais, como a adaptação assinada pelo padre Valter Souza, de 1958, em Salvador; a de Carlos Wilson, que circulou pelo Brasil e pelo exterior em diferentes períodos; e a de Roberto Bomtempo, de 2002. "Capitães de Areia" também inspirou espetáculos de dança na Alemanha, em 1971, em Minas e na França, em 1988, e na Argentina, em 1987 - além de virar uma história em quadrinhos, assinada por Ruy Trindade e publicada pela Secretaria da Cultura e Turismo do Estado da Bahia em 1995.
A versão para o cinema, batizada de "The Sandpit Generals", do americano Hall Bartlet, praticamente não conta - apesar de a produção de 1971 ter conquistado um prêmio importante no Festival de Moscou. "O filme nunca foi exibido em circuito comercial nem no Brasil nem nos Estados Unidos. E ainda revela um olhar estrangeiro sobre a trama", comenta Cecília. "Só alguém que conhece bem o imaginário popular em que a história está inserido pode entender profundamente a obra."
Fonte: Jornal "Valor Econômico" de 20.06.2008
quarta-feira, 18 de junho de 2008
"Leões e Cordeiros" Download via torrent

Sinopse
Arian (Derek Luke) e Ernest (Michael Peña) são dois alunos universitários inspirados por seu professor cheio de ideais, Dr. Malley (Robert Redford). Desejando fazer algo de importante em suas vidas, resolvem se alistar no Exército e entrar na linha de fogo no Afeganistão. O filme acompanha as histórias pessoais desses dois personagens, que representam dois lados opostos da sociedade norte-americana. Além disso, em Washington D.C., o senador Jasper Irving (Tom Cruise) – carismático candidato à presidência dos EUA – está prestes a contar uma história bombástica à jornalista Janine Roth (Meryl Streep), a qual pode determinar para sempre os destinos de Arian e Ernest.
Elenco e créditos
Elenco:
Robert Redford, Meryl Streep, Tom Cruise, Michael Peña, Peter Berg e Derek Luke
Direção: Robert Redford
Produção: Matthew Michael Carnahan, Tracy Falco, Andrew Hauptman, Robert Redford
Fotografia: Philippe Rousselot
Trilha Sonora: Mark Isham
Crítica por Celso Sabadin
Provavelmente, a maioria das pessoas ainda não parou para pensar que o conflito entre EUA e Iraque já dura mais que a Segunda Guerra Mundial. E certamente não vai terminar tão cedo. É justamente este o maior mérito do filme Leões e Cordeiros: fazer com que as pessoas parem e pensem: no absurdo desta guerra fabricada, na função de cada indivíduo dentro da sociedade e no papel da mídia. Dirigido e protagonizado por Robert Redford, Leões e Cordeiros propõe exatamente o contrário da maioria dos filmes norte-americanos: pensar. O que é coerente com a longa carreira de Redford, sempre associada a trabalhos ligados a causas políticas e humanitárias.
O belíssimo roteiro do quase estreante Matthew Michael Carnahan (anteriormente, só havia roteirizado O Reino, com Jamie Foxx) propõe três situações distintas, desenvolvidas em três locais diferentes, mas ao mesmo tempo. Na primeira, passada em Washington, a conceituada jornalista Janine (Meryl Streep) consegue uma entrevista exclusiva de uma hora de duração com o jovem senador Irving (Tom Cruise). Na segunda, ambientada na Universidade da Califórnia, o experiente professor Malley (Redford) também concede uma hora de conversa, a portas fechadas, com o jovem Todd (Andrew Garfield), aluno brilhante, mas totalmente desmotivado. Na terceira, ocorrida em algum lugar do Afeganistão, os soldados Ernest (Michael Peña) e Arian (Derek Luke) lutam desesperadamente pela sobrevivência.
Estas três situações vão se entrelaçando no decorrer da trama para formar um instigante painel da sociedade americana, no qual se vêem claramente representados o jornalismo, a política, o exército, a escola, a juventude classe média alta e a menos favorecida. Todos discutindo, basicamente, duas questões perturbadoras: o que significa esta guerra contra o Iraque e qual é, afinal, o papel de cada um dentro desta insanidade.
Como se percebe, Leões e Cordeiros não é um mero entretenimento. Bastante verbal (a primeira idéia do roteirista era escrever uma peça de teatro), exige atenção plena do espectador, mas recompensa o esforço com diálogos brilhantes, uma ótima discussão política e interpretações memoráveis. Até Tom Cruise, no papel do político empertigado, se sai bem.
O filme não se propõe a apontar respostas, mas sim a incomodar com as perguntas. O que é muito mais interessante e provocativo tanto para quem gosta de cinema como para quem não dispensa uma boa argumentação para um dos temas mais absurdos dos últimos anos: os US$ 12,5 milhões por hora (é isso mesmo, por hora!) que a Casa Branca gasta na Guerra do Iraque.
Veja e pense.
Fonte: "Yahoo! Cinema"
Download Filme e legenda (torrent)
sexta-feira, 13 de junho de 2008
Sugestão: "Justiça para Todos - Edição de Luxo" - DVD

Edição de Luxo" - EUA - 1979. Dir.: Norman Jewison
13/06/2008
AAA Excepcional / AA+ Alta qualidade / BBB Acima da média / BB+ Moderado / CCC Baixa qualidade / C Alto risco
Distribuição: Sony / AA+
"Justiça para Todos" está para a carreira de Al Pacino como uma espécie de "Serpico" do sistema penal. O protagonista Arthur Kirkland é um advogado idealista de Baltimore perdido numa teia de negociações escusas - vivendo no limite do estresse moral, portanto. O dilema encontra seu clímax no momento em que Kirkland se vê diante de um júri, defendendo justamente aquele que é o seu maior inimigo do meio jurídico, o corrupto juiz Henry Fleming (John Forsythe). Clássico do subgênero "tribunal", o longa retorna acrescido de cenas excluídas e material bônus, incluindo making of e comentários de Norman Jewison ("No Calor da Noite") e do roteirista Barry Levinson. A antológica cena final rendeu a Pacino uma de suas oito indicações para o Oscar.
Fonte: Jornal "Valor Econômico" de 13.06.2008